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Luísa Ferreira

Nasceu em Lisboa, em 1961. Fotógrafa independente, concluiu em 2011 o mestrado em Design e Cultura Visual – Estudos de Fotografia, na ESD/IADE. A cidade e os seus habitantes são dois dos temas centrais do seu trabalho, em que reflecte uma consciência social e política sobre a actualidade. Um olhar em que o encantamento e o sentido documental coexistem e dão origem a imagens precisas mas abertas ao sonho, a captações sensíveis e singulares de momentos e ambientes.

No ano de 2025, foi vencedora do Prémio Autores, Artes Visuais, com a exposição “Intimidade”, na Casa da Avenida, e teve os seus Polaroids a passarem como Separadores da RTP2 entre Fevereiro e Outubro. Anteriormente, tinha recebido o Prémio Autores 2019, Artes Visuais, Melhor Trabalho de Fotografia, pela exposição "branco", na Galeria Monumental (2018), um projecto desenvolvido a partir do auto-retrato para construir a noção de ficção identitária, que incluiu a edição de um livro de artista.

Entre as suas mais recentes exposições contam-se ainda “Um cão que sonha – Agustina”, na Mira Galerias (2025), “Loreto”, na SNBA (2022), e “A Ciência Cura”, com curadoria de David Santos, no Museu do Neo-Realismo (2022-2023). Em 2009, tinha integrado a exposição "Au Féminin. Women Photographing Women 1849-2009", com curadoria de Jorge Calado, no Centre Culturel Calouste Gulbenkian, Paris. Duas das exposições mais representativas do início do seu trabalho são “Os objectos já não têm cores/ mas as sombras dos objectos têm as cores deles/ um amigo meu/ que tem a chave das docas/ também pensa assim” (Picabia), uma instalação em contentores dentro do Armazém AB no Jardim do Tabaco, Porto de Lisboa (1993) e “Matérias”, no Museu de História Natural (1992).

Matérias, da XYZ Books (2022), e A Ciência Cura: o conhecimento no combate à covid-19 em Portugal (março-junho 2020), INCM / FCT / MCTES (2021) são os últimos livros que publicou, e “Atelier 13” integrou a publicação Kioskzine 7 (2023).

www.luisaferreira.com

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